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Média diária de casos de covid no Estado supera os 2,5 mil há mais de 15 dias

  • 15 de fev. de 2022
  • 2 min de leitura

15 de fevereiro de 2022.


Desde o final de janeiro até o momento, a média móvel de casos de covid tem se mantido entre 2,5 mil e 3,1 mil confirmações diárias em Mato Grosso do Sul. Esses indicadores superam o pico da média móvel de junho de 2021, com 2.003. A média móvel indica um cenário mais próximo da realidade de como a doença está: estável, evoluindo ou em decréscimo.


Os dados indicam que a transmissibilidade da covid segue elevada em Mato Grosso do Sul. Conforme boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta terça-feira (15), a média diária de novos casos confirmados na última semana está em 3.167.


Nas últimas 24 horas foram confirmados mais 3.760 sul-mato-grossenses infectados com o vírus. Os municípios com mais casos novos são: Campo Grande (1790), Três Lagoas (552), Dourados (127), Corumbá (119) e Fátima do Sul (86).


O indicativo da média diária de óbitos para os últimos 7 dias no Estado é de 16,6. Nesta terça-feira foram registradas 16 mortes por complicações da doença. Com idades entre 33 a 93 anos, as vítimas residiam em Campo Grande (6), Dourados (2), Três Lagoas, Nioaque, Aparecida do Taboado, Ponta Porã, Rio Brilhante, Nova Andradina, Caarapó e Amambai. A taxa de letalidade da doença está em 2,2% no Estado.


Além das 20.117 pessoas em isolamento domiciliar, outras 411 estão hospitalizadas pela doença no Estado. São 235 ocupando leitos clínicos e outras 176 em leitos de UTI. A taxa global de ocupação de leitos por macrorregião é de 105% em Dourados, 94% em Corumbá, 93% em Campo Grande e Três Lagoas com 71%.


Influenza


Nesta terça-feira (15) o boletim epidemiológico Influenza registra 1 novo caso de hospitalização notificada, e média móvel de 1,9 casos diários nos últimos 7 dias.


Nas últimas 24 horas, a SES registrou 1 novo óbito pela influenza, ocorrido ontem (14). Conforme boletim, trata-se de uma mulher de 66 anos que residia em Campo Grande. A taxa de letalidade por influenza continua elevada com 18,7%.


FONTE: DIÁRIO CORUMBAENSE

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