top of page

MS sobe para 4ª posição nacional em transplantes de fígado em menos de um ano

  • 21 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

21 de julho de 2025.


Estado contabiliza 45 procedimentos e já se destaca entre os líderes nacionais por milhão de habitantes
Estado contabiliza 45 procedimentos e já se destaca entre os líderes nacionais por milhão de habitantes

Menos de um ano após iniciar os transplantes de fígado, Mato Grosso do Sul já ocupa a 4ª colocação no ranking nacional por milhão de habitantes. Os dados são do RBT (Registro Brasileiro de Transplantes), que aponta o Estado com taxa de 17,9 transplantes por milhão de população por estado no primeiro trimestre de 2025, atrás apenas do Distrito Federal (48,3), Paraná (21,0) e Ceará (18,6).


A marca representa um avanço expressivo para o sistema estadual de saúde, que passou a realizar esse tipo de procedimento a partir de julho de 2024, com a autorização do Ministério da Saúde. Desde então, 45 cirurgias foram realizadas no Hospital Adventista do Pênfigo, sob responsabilidade da equipe do cirurgião Gustavo Rapassi.


“Esse resultado reforça o compromisso do Estado com a ampliação do acesso a procedimentos de alta complexidade. A habilitação da equipe e da unidade hospitalar permitiu que, em menos de um ano, alcançássemos uma posição de destaque nacional”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.


A coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, destaca que o desempenho de Mato Grosso do Sul é fruto de planejamento, qualificação técnica e integração entre instituições.


“A implantação do transplante hepático é um marco para o Estado. Em pouco tempo, conseguimos estruturar um serviço eficiente, com equipe especializada e suporte hospitalar adequado, oferecendo o procedimento dentro do próprio território e garantindo mais segurança e conforto aos pacientes”, afirma Claire.


Além da diminuição na necessidade de deslocamento para outros estados, o avanço fortalece a capacidade resolutiva do SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso do Sul e amplia as possibilidades de cuidado em casos graves de insuficiência hepática.


FONTE: Agência de Notícias do Governo de MS

 
 

Trem do Pantanal

bottom of page