top of page

Bombeiros e PMA investigam pontes destruídas pelo fogo no Pantanal

20 de ago. de 2021
2 min de leitura

20 de agosto de 2021.


O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar Ambiental (PMA) estão investigando a origem dos incêndios que destruíram oito pontes de madeira no Pantanal de Corumbá e Porto Murtinho, nas últimas 48 horas.


O secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel, disse que as pontes serão recuperadas. Ele condenou o ato. "Existem indícios de incêndio criminoso e isso está na mão na Polícia de Mato Grosso do Sul, vamos investigar e buscar os responsáveis. Não estamos falando apenas do patrimônio público, mas também sobre o direito das pessoas de ir e de vir, afinal, não podemos deixar as comunidades isoladas. É um ato grave", afirmou o secretário.


Há indícios de ação humana, segundo os primeiros levantamentos, com a ocorrência do fogo apenas nas estruturas das travessias que dão acesso e escoamento à produção de regiões isoladas do bioma. Um dos registros mais recentes ocorreu na estrada MS-195, em Porto Murtinho, onde incêndio destruiu a ponte sobre o Córrego Progresso. Testemunhas ouvidas durante as investigações informaram que foram encontrados galões de combustível próximo ao local do sinistro, configurando prática de crime.


Combate e monitoramento


A ponte é o único acesso de produtores rurais e a interrupção prejudica também os moradores da Colônia Ingazeira e transporte de alunos a cidade, distante 30 quilômetros. O Corpo de Bombeiros registrou pelo menos três focos de calor na região em 48h.


Nas estradas MS-325 e MS-243, Pantanal do Nabileque, ao Sul de Corumbá, sete pontes de madeira foram queimadas nos últimos dias, a maioria entre o Morro do Azeite (BR-262) e os trilhos da ferrovia Noroeste do Brasil, que corta a região pantaneira. Nesta região, a localidade conhecida como Carandazal está concentrando os maiores incêndios florestais desde o início do mês de julho.


A Operação Hefesto, com sede em Corumbá, está atuando no combate e monitoramento dos focos de incêndio.


FONTE: DIÁRIO CORUMBAENSE

 
 

Trem do Pantanal

bottom of page