Com cães farejadores, Ágata apreendeu combustível, explosivos e munições
- 6 de set. de 2019
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Divulgação/Marinha do Brasil

Cães farejadores ajudaram na fiscalização durante a operação
Mais de três mil litros de combustível, cerca de 20 kg de explosivos, mais de 400 munições, além de veículo, dinheiro e outros materiais ilícitos, foram apreendidos, esta semana, durante a nona edição da operação Ágata na região de fronteira, conforme balanço divulgado na tarde desta quinta-feira, 05 de setembro. A ação ocorreu na região de Corumbá, Ladário e Porto Murtinho e utilizou cães farejadores durante as barreiras de fiscalização.
A operação Ágata, que teve como comando a Marinha do Brasil, por meio do 6° Distrito Naval, contou com a participação do Exército, por meio da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira e dos Órgãos de Segurança Pública e Fiscalização (OSPF): Força Nacional de Segurança, Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, Polícia Militar e Polícia Militar Ambiental.
Ao todo, a operação empregou cerca de mil militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e de agentes dos OSPF, além do emprego de cães farejadores do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário e da 18ª Bda Inf Fron, executando as fiscalizações numa área que corresponde 600 km na linha de fronteira.
Além disso, as fiscalizações foram feitas através de meios navais, aeronavais e terrestres das forças componentes, executando operações preventivas e repressivas pontuais, tais como patrulhamentos fluviais e terrestres; estabelecimento de postos de bloqueio e controle de estradas e de vias fluviais; revista em embarcações, veículos e composições ferroviárias e intensificação da fiscalização de produtos controlados.
Divulgação/Marinha do Brasil

Ágata contou com a participação de órgãos de segurança auxiliares
Além da missão primária de intensificar a presença do Estado na região de fronteira, a operação promove ações preventivas e repressivas contra delitos transfronteiriços e crimes ambientais, a fim de contribuir para a redução de práticas ilícitas e das ações do crime organizado na região.
Durante a Operação, foram realizadas vistorias e ações diversas em aproximadamente 100 embarcações fluviais, 2.700 veículos leves, caminhões, ônibus, vans, pedestres e bicicletas, além da fiscalização de produtos controlados.
Enquete foi realizada
Durante a operação, também foi realizada enquete para saber a relevância das ações na fronteira. 85% dos abordados consideraram “muito importante”, e 97% avaliam que a sensação segurança na faixa de fronteira “aumentou”. A atuação conjunta das Forças Armadas com os OSPF também foi considerada positiva, com índice de 99%.
O Comando Operacional Conjunto destacou que este modelo de atuação coordenado na faixa de fronteira contribui para o bem-estar e segurança da população brasileira, sendo permanente a fiscalização e o trabalho das Forças Armadas e do OSPF na região.
