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Bloqueio do Rio Paraguai em Porto Murtinho já gera acúmulo de carretas devido ao protesto feito pelo

  • Redação Porto Murtinho MS
  • 13 de fev. de 2019
  • 2 min de leitura

Carretas que chegam ao Porto do município formam filas na BR267 aguardando para descarregar.

A imensa fila de carretas na entrada do município de Porto Murtinho já é visível, a grande parte disso ocorre devido ao bloqueio do Rio Paraguai que iniciou na tarde de domingo. Os manifestantes entre isqueiros, piloteiros, pescadores e empresários do lado brasileiro e paraguaio uniram-se contra o decreto estipulado pelo governo no cota zero.

Foto: Porto Murtinho Notícias/Giva

O bloqueio segue sem prazo de encerramento, no momento a navegação de embarcações com grãos e minérios estão proibidos e continuam atracados acima do bloqueio aguardando a liberação do rio, já os barcos menores que fazem a travessia de pessoas seguem normalmente. Segundo os manifestantes essa liberação só irá ocorrer após o governo se pronunciar definitivamente sobre o decreto.

A classe reivindica que seja mantida a quantidade de pescado permitida que atualmente é de 10 kg de peixe, mais um exemplar e cinco piranhas. Porém a expectativa é que esse número seja reduzido pela metade, limitado a 5 kg, a situação ainda está sendo analisada pela equipe do governo.

Foto: Porto Murtinho Notícias/Giva

Várias carretas que chegam ao Porto estão formando filas na entrada do município aguardando para fazer o descarregamento de grãos e minério. Enquanto aguardam o pronunciamento do governo, pescadores se revezam e fazem o bloqueio do rio. O monitoramento da manifestação está sendo acompanhada pela Marinha do Brasil e do Paraguai.

Foto: Porto Murtinho Notícias/Giva

Empresários e pescadores, disseram já sentir o reflexo negativo no turismo. “Na verdade, a gente já sentiu o impacto da cota zero. Já tinha gente com pacote pago para pescar a partir de março, que é quando acaba a piracema, mas muita gente está cancelando a vinda para Porto Murtinho e pelo menos 70% da economia do município vem do turismo, pescadores, empresários e indígenas do paraguai participam desta ação com o apoio da população que acompanham de perto a luta da classe.

FONTE: Porto Murtinho notícias


 
 

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